Presente na solenidade de entrega de patrulha mecanizada ao Consórcio Mercovale e à formalização de ações do programa de convivência do semiárido baiano, na cidade de Maracás, a presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Maria Quitéria reafirmou pontos de vista de sua defesa dos municípios ao considerar que a maioria das prefeituras baianas convive com dificuldades financeiras sugerindo a necessidade de que a Lei de Responsabilidade Fiscal seja moldada a um cenário que possibilite aos prefeitos executar uma gestão que atenda aos reclames de seus municípios. “As prefeituras estão engessadas. Tem que reduzir os gastos com pessoal. Muitas vezes é obrigado a demitir funcionários para cumprir o estabelecido para no teto com pessoal e a população não entende e responsabiliza o gestor”, disse. Maria Quitéria comentou declaração recente do presidente do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), Paulo Maracajá, que disse em entrevista que “a maioria dos prefeitos é honesta”. Em sua avaliação o presidente do TCM foi correto em sua declaração, “o prefeito quer cumprir a lei, mas, muitas vezes ele fica entre a cruz e a espada. Ou o prefeito cumpre rigorosamente a lei e tem um desgaste muito grande com a população ou ele não cumpre e corre o risco de ter as contas rejeitadas pelo Tribunal”, enfatizou. Na sua defesa de correções na Lei de Responsabilidade Fiscal-LRF, a presidente da UPB comentou, “A lei não prevê, por exemplo, a queda de arrecadação, não prevê a seca, não prevê catástrofes, que reduzem as receitas das administrações municipais, então as emendas são possíveis”.(jequiereporter)
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