Deputada Luiza Maia no Fala Ipiaú pede mais respeito com as mulheres em letras de músicas
Houve um tempo em que o máximo de demérito contra a mulher em letra de música era dizer que a conformista Amélia é que era "mulher de verdade". O tempo passou e de "divina e graciosa, estátua majestosa por Deus esculturada", a figura feminina passou a ser comparada a lata, "um chuta e o outro cata", e ser citada em refrões inspirados como "rala a tcheca no asfalto", "pegou, madeirou, tchau" e " Dá a patinha, cachorra". A deputada Luiza Maia achou que a coisa estava passando do limite e, com muito custo, conseguiu aprovar um projeto de lei, intitulado Antibaixaria. " Até o animal tem que tem que ter respeito e mulher muito mais", disse ela.
Em contato ao vivo como programa Fala Ipiaú, a deputada ressaltou da dificuldade que enfrentou e tem enfrentado para aprovar o projeto Antibaixaria. " Alguns deputados machões reagiram e eu ouvi muitas piadas. Disseram até que o povo gosta da baixaria. Mas graças a Deus nós perseverarmos e conseguimos vencer. Nós sabemos que quem canta baixaria pratica baixaria, haja visto aquele caso de estupro envolvendo a banda New Hit. Compromete inclusive o nome do nosso estado, onde existem e existiram tantos talentos musicais".
Presente a Ipiaú para acompanhar a apreciação do projeto através de iniciativa do vereador Jô da AABB, Luiza Maia, que é esposa do prefeito de Camaçari, Luis Caetano, não aceita que se façam ilações entre sua iniciativa e uma suposta tentativa de se reeditar a censura: " Não estou censurando nada só não queremos que o dinheiro público financie esse tipo de coisa", afirmou.(ipiauonline)
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