segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Briga entre torcedores na Arena Joinvile ganha repercussão internacional

O confronto entre torcedores do Atlético-PR e Vasco foi destaque na capa da edição de segunda-feira (9) do jornal "Marca", da Espanha, que chamou o episódio de "barbárie"
O confronto entre torcedores do Atlético-PR e Vasco foi destaque na capa da edição de segunda-feira (9) do jornal “Marca”, da Espanha, que chamou o episódio de “barbárie”
A briga entre torcedores do Vasco e do Atlético-PR, no último domingo (8/12), ganhou repercussão em grandes jornais internacionais. Além do fato ter sido destaque de todos os programas e jornais no país, também chamou a atenção – negativamente – de veículos da Espanha, Inglaterra, França, Portugal e outros.  O confronto, que aconteceu em Joinville, foi destaque na capa do da edição desta segunda-feira (9) do jornal “Marca”, da Espanha, que chamou o episódio de “barbárie”. O tablóide português “Record” também deu destaque na capa ao caso, com o título  ”cenário de guerra”. Outro português a destacar o episódio foi o “A Bola”, que classificou a briga como “violenta batalha”. Um dos maiores jornais da Inglaterra, o “The Guardian” destacou os ferimentos graves sofridos por quatro torfcedores, que foram encaminhados para um hospital especialista em traumas. O jornal catalão “Sport” citou o caso na sua principal manchete de capa, classificando a situação como “vergonhosa”. O “Mundo Deportivo” também destacou o caso, com o título “enfrentamento brutal entre torcedores”. Os italianos também ficaram chocados com o que viram. A “Gazzetta dello Sport” destacou o ato violento relembrando que foi necessário que um helicóptero entrasse em campo para socorrer feridos. Já na França, o “L’Équipe” citou como “violência sem precedentes”.O jornal holandês “NU Sports” também noticiou a briga, assim como o “Daily Mail”, um dos maiores jornais da Inglaterra, que destacou o caso na manchete de seu site, com as imagens da confusão. Por fim, o inglês “Mirror” chegou questionar se o ocorrido traria más consequências para a segurança da Copa do Mundo de 2014. (Correio)

Nenhum comentário:

Postar um comentário