Foto: Francis Juliano/ Bahia Notícias
Um dos pontos que ajudariam a dar sobrevida ao rio São Francisco é tirá-lo da condição de responsável pela geração da energia para o país. Para o presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do São Francisco, Anivaldo Miranda, não há como o rio suportar essa tarefa. “O São Francisco não pode ser o eixo absolutamente vital do sistema integrado hidrelétrico brasileiro”, afirmou nesta quarta-feira (1º), durante lançamento da campanha Eu Viro Carranca para Defender o Velho Chico. Segundo Miranda, é preciso diversificar a matriz energética da bacia do São Francisco, com estímulo à energia eólica e solar, por exemplo.
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