A indignação dos religiosos se dá porque a comédia, baseada em fatos reais noticiados pela imprensa, faz fortes críticas ao comportamento de pastores, tanto na exploração da fé, quanto na política, além de já no título aludir aos produtos eróticos exclusivos para evangélicos.
Para o pastor Tiago Ferro, fundador do Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política, no Paraná, e diretor do Conselho de Ministros Evangélicos do Estado, o espetáculo “é extremamente ofensivo” e “passou da liberdade de expressão para a libertinagem de expressão”. “Estão tentando, de alguma maneira, através do humor, atingir algumas pessoas e na sinopse da peça nos estudando vimos ali a identificação de políticos no meio cristão, evangélico ou católico, eu não sei. Nós achamos que é inapropriada pra esse momento, o termo gospel ele associado com pornografia.
Bahia Notícia
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