Tia Eron disse que sessão não foi suspensa por causa de sua ausência
Presença mais esperada na reunião do Conselho de Ética nesta terça-feira (7/6), que analisava a cassação do mandato do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a deputada Tia Eron (PRB-BA) passou quatro horas trancada na liderança do partido e, para fugir do assédio de parlamentares anti-Cunha, só deixou o local após o adiamento da votação. Irritada com a presença da imprensa, pediu paz para analisar o voto em separado do deputado José Carlos Bacelar (PR-BA) que estipula pena apenas de afastamento temporário. Na saída ela confirmou que irá votar na quarta (8) e, aos parlamentares com quem conversou, deu sinais de que pode votar contra a cassação de Cunha. “Pressão só recebo de vocês (jornalistas) que não me dão paz para estudar. Se me permitirem tenho agora um relatório de 65 páginas para estudar. Saiu hoje o voto em separado. Vocês não acham justo? — respondeu Tia Eron depois de se reunir com o presidente interino do PRB, Eduardo Lopes (RJ) e parlamentares do partido. Enquanto todos se perguntavam nas redes sociais se Tia Eron tinha sido “abduzida”, ela acompanhava a sessão em conta com líderes do PRB, e interlocutores de Cunha e do Planalto. Leia mais em O Globo
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