quarta-feira, 8 de junho de 2016

Deputada Tia Eron passou quatro horas trancada na liderança do PRB para evitar assédio
Tia Eron disse que  sessão não foi suspensa por causa de sua ausência
Tia Eron disse que sessão não foi suspensa por causa de sua ausência
Presença mais esperada na reunião do Conselho de Ética nesta terça-feira (7/6), que analisava a cassação do mandato do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a deputada Tia Eron (PRB-BA) passou quatro horas trancada na liderança do partido e, para fugir do assédio de parlamentares anti-Cunha, só deixou o local após o adiamento da votação. Irritada com a presença da imprensa, pediu paz para analisar o voto em separado do deputado José Carlos Bacelar (PR-BA) que estipula pena apenas de afastamento temporário. Na saída ela confirmou que irá votar na quarta (8) e, aos parlamentares com quem conversou, deu sinais de que pode votar contra a cassação de Cunha. “Pressão só recebo de vocês (jornalistas) que não me dão paz para estudar. Se me permitirem tenho agora um relatório de 65 páginas para estudar. Saiu hoje o voto em separado. Vocês não acham justo? — respondeu Tia Eron depois de se reunir com o presidente interino do PRB, Eduardo Lopes (RJ) e parlamentares do partido. Enquanto todos se perguntavam nas redes sociais se Tia Eron tinha sido “abduzida”, ela acompanhava a sessão em conta com líderes do PRB, e interlocutores de Cunha e do Planalto. Leia mais em O Globo

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