quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

"PREFEITO TICO E 1ª DAMA ADRIANA", ENTREGARAM "PRESENTES DE NATAL" DURANTE OS 4 ANOS DA GESTÃO PARA CRIANÇAS DE AIQUARA, PALMEIRINHA E ZONA RURAL.

  
  








 




terça-feira, 27 de dezembro de 2016

sábado, 24 de dezembro de 2016

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

EDUCAÇÃO DE AIQUARA AVANÇA E SUPERA META DO IDEB, MUNICÍPIO ALCANÇOU 3,7 PONTOS


A Secretária de Educação, Marlene Oliveira, informou dados do IDEB ( Índice de Desenvolvimento da Educação Básica ) para o ano 2015 em Aiquara. O índice é medido a cada dois anos e o resultado é publicado no ano seguinte. Como a educação foi medida entre 2014 a 2015, o resultado saiu recentemente.

De acordo a secretária, a meta proposta era de 3,5 pontos , Aiquara ultrapassou a meta e chegou a 3,7 pontos percentuais, se consolidando como um dos melhores desenvolvimentos na qualidade de ensino da região.

Para o novo índice que será medido entre 2016 a 2017, a meta é 3,8 pontos, ou seja, Aiquara praticamente já alcançou a meta antecipadamente, faltando apenas um décimo. O resultado do novo Ideb sai apenas em 2018. 

Para conhecer e comparar os Ideb's da região, acesse:
http://ideb.inep.gov.br/
Licitações terão regras mais rígidas após mudança aprovada pelo Senado
Licitações terão regras mais rígidas após mudança aprovada pelo Senado
Foto: Jonas Pereira/ Agência Senado

Sem alarde, o Senado aprovou projeto de lei que promove uma mudança radical na famosa Lei 8.666, de licitações públicas. O projeto, que terá de ser votado na Câmara, muda vários procedimentos que desincentivam os aditivos contratuais das propostas. São esses aditivos que encarecem a obra e funcionam como combustível para a indústria da corrupção, como têm mostrado as investigações da Operação Lava Jato. O projeto deixa claro o valor de punições e multas decorrentes da prática de corrupção, o que não acontece com a lei atual. Pelo texto aprovado pelos senadores, a multa poderá ser fixada entre 0,5% e 30% do valor do contrato. Uma das mudanças mais profundas introduzidas pelo projeto é a que prioriza a conclusão da obra pela seguradora do projeto no caso de atrasos no cronograma ou de algum problema que ocorrer ao longo da execução, fortalecendo a contratação do seguro-garantia. Se a obra não for entregue no prazo ou não tiver qualidade, a seguradora do projeto terá de assumir o empreendimento ou contratar um terceiro grupo para fazê-lo, regra chamada de "step in". "A ideia é que a seguradora passe a ser a parceira, fiscalize o andamento da obra em termos de qualidade e prazo", diz o secretário executivo adjunto do Ministério do Planejamento, Esteves Colnago. "Para ela se associar à construtora tem de ser uma em que confie". Segundo ele, hoje o que acontece é uma discussão jurídica sem fim com a seguradora sobre o valor de ressarcimento. Colnago destaca que enquanto as seguradoras pagam para o setor privado cerca de 90% dos sinistros nos casos em que obras não são concluídas, para o setor público, o desembolso é de menos de 10% dos valores. O edital poderá exigir seguro tendo o trabalhador como beneficiário. O secretário prevê resistências das seguradoras durante a votação na Câmara, no ano que vem. O projeto, no entanto, é uma das prioridade da agenda econômica no Congresso. Ainda está prevista a inversão de fases na licitação. Hoje, os concorrentes apresentam a documentação e, com base nela, são classificados ou retirados licitantes. Mesmo não sabendo se seu preço é competitivo, é comum o participante litigar para tentar retirar concorrentes com questionamentos sobre a documentação. Pelo projeto, o preço será licitado antes. Colaborou André Borges. 
Feminicídio: Brasil é o quinto no ranking de países que mais matam mulheres
Feminicídio: Brasil é o quinto no ranking de países que mais matam mulheres
Foto: Divulgação
O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) mostrou que o feminicído, tipificado como crime hediondo desde março de 2015, teve 3.213 inquéritos de investigação registrados no país, até novembro de 2016. Desse total, 1.540 tiveram a denúncia oferecida à Justiça (47,93%), 192 foram arquivados, 86 foram desclassificados como feminicídio e 1.395 estão com a investigação em curso. As informações são do portal Agência Brasil, que mostra o balanço sobre a atuação da Justiça nesse crime, tema também debatido no Senado, durante o seminário Mulheres no Poder: Diálogos sobre Empoderamento Político, Econômico e Social e Enfrentamento à Violência. Dados da Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública (Enasp), do CNMP, de 2013 apontam que as denúncias de homicídios no país ficam muito abaixo desse percentual. Dos 136,8 mil inquéritos abertos até 2007, em 2012 apenas 10.168 viraram denúncias, ou seja,  7,32%. Outros 39.794 foram arquivados. A coordenadora do Grupo Especial de Combate a Homicídios de Mulheres (Gecohm), promotora de Justiça Lúcia Iloizio, explica que o objetivo do Ministério Público é oferecer a denúncia de todos os inquéritos à Justiça, para reduzir o número desse tipo de crime, meta da Enasp para 2016. “A meta era, no primeiro ano de vigência da lei, concluir o máximo possível de inquéritos”. O Mapa da Violência 2015 – Homicídio de Mulheres no Brasil, lançado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso) Brasil, mostra que entre 1980 e 2013 o homicídio de mulheres cresceu, passando de 1.353 em 1980 para 4.762 em 2013, com aumento de 252%. Em 1980, a taxa era de 2,3 vítimas por 100 mil mulheres e passou para 4,8 em 2013, um aumento de 111,1%. Antes da Lei Maria da Penha, sancionada em 2006, o crescimento da taxa de assassinato de mulheres foi de 2,5% ao ano. Depois da lei, reduziu para 1,7% ao ano. Os dados mostram que o Brasil está em quinto lugar no ranking de países que mais matam mulheres, atrás de El Salvador, da Colômbia, Guatemala e Rússia.
Dados do MS revelam que a cada dia 4 mulheres morrem por complicações do aborto
Dados do MS revelam que a cada dia 4 mulheres morrem por complicações do aborto
Foto: Divulgação
O Brasil registra uma média de quatro mortes por dia de mulheres que buscam socorro nos hospitais por complicações do aborto. Até setembro, foram 1.215 casos. Os registros de 2015 têm padrão semelhante: de janeiro a dezembro, houve 1.664 relatos de mulheres que morreram depois de dar entrada em hospitais por complicações relacionadas à interrupção da gravidez. Confira essas e outras notícias na Coluna Saúde!
Homem é preso em Minas após bater na delegada ( sua mulher ) e em segurança de clube
Homem é preso em Minas após bater na mulher e em segurança de clube
Segurança foi agredida com socos e pontapés | Foto: Reprodução / Facebook
Um homem foi preso em Três Corações, Região Sul de Minas, depois de bater na mulher, que é delegada no município, e em uma segurança de clube da cidade. Um vídeo postado nas redes sociais mostra a agressão à segurança, que tentou impedir que o homem batesse na mulher, conforme informações preliminares da Polícia Civil. O homem seria o comerciante Luiz Felipe Neder, de 34 anos. O crime ocorreu neste sábado (17) por volta das 18h. O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), divulgou nota em repúdio ao episódio. A vigilante foi identificada como Edvania Nayara Ferreira Rezende, de 23 anos. 

A jovem segurança Edvania Rezende mostra as marcas da agressão | Foto: Arquivo pessoal
Na nota, o governador presta solidariedade à vigilante. "Edvania, jovem agredida violentamente por um covarde em Três Corações. Como Edvania, que cumpria bravamente seu papel como agente de segurança, cerca de 130 mil mulheres em Minas Gerais sofrem com a violência de gênero. Temos de colocar fim a essa triste, lamentável e doída estatística". Pimentel dá ainda orientação a quem sofre esse tipo de agressão. "Procure uma delegacia da mulher ou denuncie, de forma anônima, pelo Disque 100. Isso vale também para os homens - a violência contra a mulher é um problema nosso - que tenham conhecimento de casos como o que vimos em Três Corações. Não seja conivente", diz o fim do comunicado. Veja o vídeo que mostra o momento em que Edvania foi agredida (IMAGENS FORTES):
Mais do que delação da Odebrecht, Planalto teme possíveis revelações de Eduardo Cunha
Cunha deve quebrar o silêncio. Foto: Agência Câmara
Cunha deve quebrar o silêncio. Foto: Agência Câmara
Bomba-relógio Integrantes do governo Temer dizem ter informações de que o pior das delações já passou. Mas quem acompanha a Lava Jato de perto afirma que as colaborações de Marcelo Odebrecht e de seu pai, Emílio, ainda poderão render dores de cabeça ao presidente da República. Nos bastidores, no entanto, o que a cúpula do Planalto mais teme não são os depoimentos de ex-executivos da empreiteira, e sim a convicção de que Eduardo Cunha não ficará em silêncio por muito tempo.